domingo, 24 de maio de 2009

História da Grécia Antiga

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teatro grego - cultura grega e história
Ruínas de um teatro grego

Introdução

A civilização grega surgiu entre os mares Egeu, Jônico e Mediterrâneo, por volta de 2000 AC. Formou-se após a migração de tribos nômades de origem indo-européia, como, por exemplo, aqueus, jônios, eólios e dórios. As pólis (cidades-estado), forma que caracteriza a vida política dos gregos, surgiram por volta do século VIII a.C. As duas pólis mais importantes da Grécia foram: Esparta e Atenas.

mapa da grécia antiga
Mapa da Grécia (clique nele para ampliar)

Expansão do povo grego (diáspora)

Por volta dos séculos VII a.C e V a.C. acontecem várias migrações de povos gregos a vários pontos do Mar Mediterrâneo, como conseqüência do grande crescimento populacional, dos conflitos internos e da necessidade de novos territórios para a prática da agricultura. Na região da Trácia, os gregos fundam colônias, na parte sul da Península Itálica e na região da Ásia Menor (Turquia atual). Os conflitos e desentendimentos entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa ocasiona as famosas Guerras Médicas (492 a.C. a 448 a.C.), onde os gregos saem vitoriosos.
Esparta e Atenas envolvem-se na Guerra do Peloponeso (431 a.C. a 404 a.C.), vencida por Esparta. No ano de 359 a.C., as pólis gregas são dominadas e controladas pelos Macedônios.

Sociedade da Grécia Antiga

A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedos. O artesanato grego, com destaque para a cerâmica, teve grande a aceitação no Mar Mediterrâneo. As ânforas gregas transportavam vinhos, azeites e perfumes para os quatro cantos da península. Com o comércio marítimo os gregos alcançaram grande desenvolvimento, chegando até mesmo a cunhar moedas de metal. Os escravos, devedores ou prisioneiros de guerras foram utilizados como mão-de-obra na Grécia. Cada cidade-estado tinha sua própria forma político-administrativa, organização social e deuses protetores.

Cultura e religião

Foi na Grécia Antiga, na cidade de Olímpia, que surgiram os Jogos Olímpicos em homenagem aos deuses. Os gregos também desenvolveram uma rica mitologia. Até os dias de hoje a mitologia grega é referência para estudos e livros. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, principalmente em Atenas, no século V ( Período Clássico da Grécia). Platão e Sócrates são os filósofos mais conhecidos deste período.

A dramaturgia grega também pode ser destacada. Quase todas as cidades gregas possuíam anfiteatros, onde os atores apresentavam peças dramáticas ou comédias, usando máscaras. Poesia, a história , artes plásticas e a arquitetura foram muito importantes na cultura grega.

A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os deuses possuíam características humanas e de deuses. Os heróis gregos (semi-deuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol), Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), Démeter (deusa das colheitas), Hermes (mensageiro dos deuses) entre outros. A mitologia grega também era muito importante na vida desta civilização, pois através dos mitos e lendas os gregos transmitiam mensagens e ensinamentos importantes.

Os gregos costumavam também consultar os deuses no oráculo de Delfos. Acreditavam que neste local sagrado, os deuses ficavam orientando sobre questões importantes da vida cotidiana e desvendando os fatos que poderiam acontecer no futuro.

Na arquitetura, os gregos ergueram palácios, templos e acrópoles de mármore no topo de montanhas. As decisões políticas, principalmente em Atenas, cidade onde surgiu a democracia grega, eram tomadas na Ágora (espaço público de debate político).

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História dos Hebreus, Persas e Fenícios

hebreus persas fenícios MUNDO ANTIGO

História dos Hebreus, Persas e Fenícios

fenicios Relevo de uma embarcação fenícia

Resumo

Fenícios

A religião dos fenícios era politeísta e antropomórfica. Os fenícios conservaram os antigos deuses tradicionais dos povos semitas: as divindades terrestres e celestes, comuns a todos os povos da Ásia antiga. Assinale-se, como fato estranho, que não deram maior importância às divindades do mar.

Hebreus

O legado do povo hebreu consiste, essencialmente, em sua religião - um monoteísmo espiritualista, baseado na fé em Iavé. Este monoteísmo, produto de longa evolução religiosa que culmina com Moisés, exerceu influência através dos séculos e constituiu-se o antecedente direto do cristianismo e do maometismo.
O judaísmo influi radicalmente na civilização ocidental, sobretudo através do cristianismo. É de fontes judaicas que provém a cosmogonia, os Dez Mandamentos e boa parte da teologia cristã.

Persas

Ciro, o Grande (560-530 a.C.), tornou-se rei dos medos e persas, após haver conquistado Ecbátana e destronado Astíages (555 a.C.). Conquistou também a Babilônia (539 a.C.). O império ia desde o Helesponto até as fronteiras da Índia.
No Império persa a grande fonte do direito era a vontade do soberano de direito divino. Transgredir a lei emanada do soberano era ofender a própria divindade. Os crimes de menor importância eram punidos com chibatada que podia ser, em parte, substituída pela multa pecuniária.

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Mesopotâmia

História da Mesopotâmia

mesopotâmia - rio eufrates Rio Eufrates: as suas margens desenvolveu-se a civilização mesopotâmica

Resumo

Assírios

O povo assírio viveu na antiga Mesopotâmia, região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates. Sua capital, nos anos mais prósperos, foi Nínive, numa região que hoje pertence ao Iraque. O Império assírio abrange o período de 1700 a 610 a.C, mais de mil anos.
Os assírios eram fereozes guerreiros e usavam sua grande força militar para expandir seu Império. Libertando-se dos sumérios, conquistaram grande parte do seu território, mas logo caíram em poder dos babilônios, um povo que morava ao sul da Mesopotâmia.
O Império Assírio conheceu seu período de maior glória e prosperidade durante o reinado de Assurbanipal (até 630 a.C). Cobravam pesados impostos dos povos vencidos, o que os levava a revoltarem-se continuamente.

Babilônicos

Uma das primeiras cidades construídas no mundo, é mencionada em documentos escritos há mais de 5000 anos a.C.
Foi edificada numa parte do mundo onde nasceram as mais velhas civilizações, nas margens do rio Eufrates, no Iraque, no Vale da Mesopotâmia.
Cresceu em importância há 4.000 anos, quando um grande rei, Hamurabi, governou-a. Conquistou ele todas as cidades e tribos ao redor e dirigiu sabiamente o seu reino. Suas leis, escritas em caracteres cuneiformes, em blocos de barro, foram descobertas por arqueólogos. Outros desses blocos demonstraram que a Babilônia devia ter sido, então, uma cidade com muitas casas confortáveis e templos magnificentes.

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domingo, 17 de maio de 2009

A Guerra Civil na Espanha - 1936 - 1939

A Guerra Civil na Espanha - 1936 - 1939

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A Guerra Civil na Espanha
» Introdução
» O golpe militar e a guerra civil
» O fim da guerra
A Guerra Civil espanhola (1936-39) foi o acontecimento mais traumático que ocorreu antes da 2ª Guerra Mundial. Nela estiveram presentes todos os elementos militares e ideológicos que marcaram o século XX.

De um lado se posicionaram as forças do nacionalismo e do fascismo, aliadas as classes e instituições tradicionais da Espanha (O Exército, a Igreja e o Latifúndio) e do outro a Frente Popular que formava o Governo Republicano, representando os sindicatos, os partidos de esquerda e os partidários da democracia.

Para a Direita espanhola tratava-se de uma Cruzada para livrar o país da influência comunista e da franco-maçonaria e restabelecer os valores da Espanha tradicional, autoritária e católica. Para tanto era preciso esmagar a República, que havia sido proclamada em 1931, com a queda da monarquia.

Para as Esquerdas era preciso dar um basta ao avanço do fascismo que já havia conquistado Itália (em 1922), a Alemanha (em 1933) e a Áustria (em 1934). Segundo as decisões da Internacional Comunista, de 1935, elas deveriam aproximar-se dos partidos democráticos de classe média e formarem uma Frente Popular para enfrentar a maré de vitorias nazi-fascistas. Desta forma Socialistas, Comunistas (estalinistas e troskistas) Anarquistas e Democratas liberais deveriam unir-se para chegar e inverter a tendência mundial favorável aos regimes direitistas.

Foi justamente esse conteúdo, de amplo enfrentamento ideológico, que fez com que a Guerra Civil deixasse de ser um acontecimento puramente espanhol para tornar-se numa prova de força entre forças que disputavam a hegemonia do mundo. Nela envolveram-se a Alemanha nazista e a Itália fascista, que apoiavam o golpe do Gen. Franco e a União Soviética que solidarizou-se com o governo Republicano.

Antecedentes da guerra

A Espanha ainda nos 30 era um anacronismo histórico. Enquanto a Europa ocidental já possuía instituições políticas modernas, no mínimo a um século a Espanha era um oásis tradicionalista, governada pela "trindade reacionária"(O Exército, a igreja católica e o Latifúndio), que tinha sua expressão última na monarquia burbônica de Afonso XIII. Vivia nostálgica do seu passado imperial grandioso, ao ponto de manter um excessivo número de generais e oficiais (1 general para cada 100 soldados, o maior percentual do mundo), em relação às suas reais necessidades.

A igreja, por sua vez, era herdeira do obscurantismo e da intolerância dos tribunais inquisitoriais do santo Oficio, era uma instituição que condenava a modernidade como obra do demônio. E no campo, finalmente, existiam de 2 a 3 milhões de camponeses pobres, los braceros, submetidos às práticas feudais e dominados por uns 50 mil hidalgos, proprietário de metade das terras do país.

Como resultado da grave crise econômica de 1930 (iniciada pela quebra da bolsa de valores de N. Iorque, em 1929), a ditadura do Gen. Primo de Rivera, apoiada pelo caciquismo (sistema eleitoral viciado que sempre dava seus votos ao governo), foi derrubada e, em seguida, caiu também a monarquia. O Rei Afonso XIII foi obrigado a exilar-se e proclamou-se a República em 1931, chamada de "República de trabajadores".

A esperança era que doravante a Espanha pudesse alinhar-se com seus vizinhos ocidentais e marchar para uma reforma modernizante que separasse estado e igreja e que introduzisse as grandes conquistas sociais e eleitorais recentes, além de garantir o pluralismo político e partidário e a liberdade de expressão e organização sindical. Mas o país terminou por conhecer um violento enfrentamento de classes, visto que à crise seguida por uma profunda depressão econômica, provocando a frustação generalizada na sociedade espanhola.

Os partidos políticos

As esquerdas, obedecendo a uma determinação do Comintern (a Internacional Comunista controlada pela URSS), resolveram unir-se aos democratas e liberais radicais num Fronte Popular para ascender ao poder por meio de eleições. As esquerdas espanholas estavam divididas em diversos partidos e organizações, entre as quais:

PSOE (Partido Socialista Obreiro Espanhol) Socialistas
PCE (Partido Comunista Espanhol) Comunistas
POUM (Partido Obreiro da Unificação Marxista) Comunistas-trotsquistas
UGT (União Geral dos Trabalhadores) Sindical Socialista
CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores) Sindical Anarquista
FAI (Federação Anarquista Ibérica) Anarco-Sindicalista


Elas aliaram-se com os Republicanos (Ação republicana e Esquerda republicana) e mais alguns partidos autonomistas (Esquerda catalã, os galegos e o Partido Nacional Basco). Essa coligação, venceu as eleições de fevereiro de 1936, dominando 60% das Cortes (O parlamento espanhol), derrotando a Frente Nacional, composta pelos direitistas.

A Direita por sua vez estava dividida agrupada na CEDA (Confederação das Direitas autônomas), no partido agrário, nos monarquistas e tradicionalistas (carlistas) e finalmente pelos fascistas da Falange espanhola (liderados por José Antônio).




quinta-feira, 7 de maio de 2009

AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO

As sete maravilhas do mundo já existiam. Mas, faziam parte do mundo antigo. Todas elas foram construídas antes de Cristo. Eram o Farol de Alexandria, o Templo de Artemis, a Estátua de Zeus, o Colosso de Rodes, os Jardins Suspensos da Babilônia, o Mausoléu de Halicarnasso e as Pirâmides de Gizé. Das sete, apenas as Pirâmides de Gizé, no Egito, ainda existem.

Por essa razão, Bernard Weber cineasta suíço, apaixonado por história antiga, criou o projeto que começou depois de uma conversa com um amigo, Carlos Vaz Marques, professor de história antiga, quando discutiam quais seriam as sete maravilhas do mundo atual.

Bernard Weber formou-se em cinema pela Universidade de Nova Iorque e trabalhou a partir de 1974 como assistente de Frederico Fellini, em Roma. Participou da produção de dois longa-metragem, além de diversas produções para TV. Atua como conservador do Museu Lê Corbusier, em Zurique, construído por sua mãe, Heidi.

Essas características o levaram à sua grande aventura. Por considerar que nos últimos 2000 anos, a humanidade criou muitas maravilhas, Weber decidiu fazer uma página na Internet e promover uma votação mundial.

Para chegar aos 25 nomes indicados em sua página, Weber recorreu a um grupo de especialistas, entre os quais um professor de história da arte, um de história da arquitetura, um jornalista, um arqueólogo e um arquiteto. Um grupo de estudantes foi contratado para catalogar as sugestões que chegassem pela Internet.

Seis delas foram incluídas na lista de votação depois da aprovação desse grupo: a Opera House, de Sydney, na Austrália; a Igreja da Sagrada Família, em Barcelona; o Empire State Building; a Ponte Golden Gate, em São Francisco; Machu Picchu, no Peru; o Templo de Angkor Wat, no Cambodja; a cidade de Kyoto, no Japão; e a cidade de Petra, na Jordânia. Duas outras sugestões foram insistentemente propostas: as igrejas de pedra de Lalibela, na Etiópia, e os terraços de arroz na Indonésia.

A Unesco deu apoio informal ao projeto de Weber, pois seus estatutos a proíbem de tomar parte ativamente em operações como esta. Isso não significou problema para ele, pois tinha certeza de que sua legitimidade viria dos milhões de votos recebidos para uma idéia que rapidamente se tornou popular.

O custo projeto, bem superior a US$ 1 milhão, saiu do bolso de Weber e do de empresários amigos que, na verdade, fizeram um investimento para a venda de produtos relacionados com as novas sete maravilhas pela Internet.

E assim, no dia 7 de julho de 2007, no estádio da Luz, em Lisboa, mais de 40 mil pessoas assistiram à cerimônia de declaração das Sete Novas Maravilhas do Mundo, listadas a seguir.

1º lugar: A Grande Muralha da China

Para se protegerem ou separarem, os homens

constroem muros desde a Antigüidade.

O exemplo mais ancestral é o da Grande Muralha

da China, com seus 3.460 quilômetros de extensão,

mais outros 2.860 quilômetros de ramificações.

Formidável obra de defesa militar, em alguns pontos

com 16,5 metros de altura e torres invariavelmente

erguidas a cada 60 metros, ela serviu de fronteira

durante mil anos. Seus primeiros sinais remontam

ao século VII antes de nossa era.

2º Lugar: Ruínas de Petra - Jordânia

Petra (9 a.C. - 40 d.C), Jordânia

Na extremidade do Deserto árabe, Petra era a capital

reluzente do império dos Nabateus, na época do Rei

Aretas IV (9 a.C. - 40 d.C.).

Mestres em tecnologia para o abastecimento de água,

os nabateus construiram grandes túneis e câmaras

com esse propósito, além de um teatro, calcado em

protótipos grego-romanos, para uma audiência de

4.000 pessoas. Hoje, as Tumbas do Palácio de Petra,

com uma fachada de 42 metros de altura (El-Deir

Monastério), são um exemplo impressionante de

cultura do Oriente Médio.

3º Lugar: Cristo Redentor, Rio de Janeiro, Brasil

Um dos mais belos símbolos do Rio de Janeiro,

situado no topo do Morro do Corcovado, a 710

metros do nível do mar, o monumento mede 38

metros de altura - contando com o pedestal, onde

há uma capela - e pesa 1.145 toneladas. Foi

concebida pelo escultor francês Paul Landowski e

esculpida por Heitor da Silva Costa. A estátua

levou cinco anos para ser construída, tendo sido

inaugurada no dia 12 de Outubro de 1931. Tornou-se

o símbolo da cidade do Rio de Janeiro.

4º Lugar :Machu Picchu (1460-1470), Peru

No século XV, o imperador inca Pachacutec edificou

uma cidade nas nuvens, na montanha conhecida

como Machu Picchu (“velha montanha”). Este

extraordinário povoado está localizado no Planalto

dos Andes, nas profundezas da floresta amazônica

e acima do rio Urubamba. Abandonada pelos incas

devido a um surto de varíola e após a derrota do

Império Inca pelos espanhóis, a cidade foi

considerada “perdida” durante mais de três séculos.

Foi redescoberta por Hiram Bingham em 1911.

5º Lugar: A Pirâmide de Chichén Itzá, México

A pirâmide em Chichén Itzá (anterior a 800 d.C.),

Península de Yucatan, México, Chichén Itzá, a mais

famosa Cidade Templo Maia, funcionou como centro

político e econômico da civilização maia. As várias

estruturas – a pirâmide de Kukulkan, o Templo de

Chac-Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de

Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser

admiradas e são demonstrativas de um extraordinário compromisso para com a composição e espaço

arquitetônico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer

dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização maia.

6º Lugar: Coliseu de Roma, Itália

Este grandioso anfiteatro foi construído no centro

de Roma no ano 82 d.C. em honra aos legionários

vitoriosos e para celebrar a glória do império

romano. O seu design conceitual mantém a

atualidade até os nossos dias, uma vez que, passados

cerca de 2000 anos, praticamente todos os modernos estádios desportivos continuam a ter o cunho inconfundível do design original do Coliseu.

É através do cinema e dos livros de História que hoje temos noção das lutas

cruéis e dos jogos que tinham lugar nesta arena, para júbilo dos espectadores.

7º Lugar: Taj-Mahal, Agra, India

Este imenso mausoléu foi construído em 1630 d.C.

por ordem do Xá Jahan, o quinto imperador mogul

muçulmano, em memória da sua falecida e adorada

esposa. Construído em mármore branco e rodeado

de maravilhosos e elaborados jardins, o Taj Mahal

é considerado uma das mais perfeitas jóias da arte

muçulmana na Índia. O imperador acabou por ser

preso e, segundo se conta, daí em diante só

conseguia ver o Taj Mahal a partir da pequena

janela da sua cela.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Cap.5- A civilização florece ás margens do Nilo

HISTÓRIA DO EGITO ANTIGO

história do egito antigo - tutancamon Máscara encontrada no sarcófago do faraó Tutancamon

ESQUEMA - RESUMO

Região
Nordeste da África: deserto do Saara
• Importância do rio Nilo
• Agricultura nas margens
• Água, Transporte, Papiro, Pesca

Escrita Egípcia
-Hierógliflos: escrita pictográfica feita em papiro e paredes de pirâmides
- Pedra Roseta: facilitou o entendimento da escrita hieroglífica

Sociedade Egípcia (hierarquizada)
Faraó / Sacerdotes / Militares / Escribas / Artesãos e mercadores / Lavradores e pastores

A Religião Egípcia
- Eram Politeístas = acreditavam em vários deuses e animais sagrados
- Vida após a morte = desenvolveram a mumificação para preservar os corpos

Pirâmides
Eram
construídas com objetivo de conservar os corpos e objetos dos nobres para a vida futura

Deixaram para os outros povos os seguintes conhecimentos:
• Matemática: construção de pirâmides
• Astronomia: capacidade de prever enchentes
• Química e Medicina: desenvolvidas pela necessidade de fazer a mumificação